Aqui no quentinho da lareira vou espairecendo ideia e estendo soluções. A ordem é arbitrária como é arbitrária o forma de pensar. Não me deixo arrefecer porque está longe de mim congelar sonhos ou finalizar projectos não concretizados. Uma coisa é certa, não me tento desmoronar pelo que não poderá isso ser uma forma habitual de viver. Durmo para descansar e eventualmente sonhar mesmo que esta última me possa trazer pesadelos. É, aqui no quentinho da minha sala, sonhando acordado com o marulhar do zulmarinho vou construindo edifícios mentais que suportem os meus sonhos e desejos. É aqui, agora, que construo o meu leque de soluções e num deles encontro os abraços e a força que eles têm para solucionar muitos problemas. Um abraço é uma coisa maravilhosa e não tem de ser necessariamente físico.
Aqui no meu canto, junto á lareira, divagando pelo calor mental da minha alma, vou abraçando cada dia passado, este ano e outros todos.
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