17 de agosto de 2007

palavras light = 0% de assunto (15)

Me sento por aqui. Tento desenhar um sorriso na cara.
Circulo sempre à volta do mesmo ponto.
Ouço de imaginação o zulmarinho se espraiando na areia num se estender preguiçoso, sinto sem ver as suas gotas salpicarem-me a cara num sabor salgado de refresco.
Eu continuo à volta do mesmo ponto, que não sei se é o de partida ou o de chegada. Mais ou menos como estou no meio dum caminho sem vontade de chegar.
Começar pelo fim é uma forma de avançar, não sei é se é a melhor opção.
Mas agora o que importa é juntar todas as minhas forças e arrancar-me um sorriso, voltar a ter o brilho nos olhos quando te falo, quando te sinto em mim.
Sento-me no ponto.

Sanzalando

2 comentários:

  1. Sabe, Amigo "Jotacê" aprendi com a vida a não estar ou a não sentir a tristeza.
    Sabe porquê?
    Aprendi a não rir. Aprendi a sorrir! Sim! Com a alegria que comporta a vida. A minha vida!
    E, isso, basta-me!
    Apenas, a sorrir afavelmente e simpaticamente!
    É belo sorrir, não rir.
    Belo salpicar das gotas do seu eterno zulmarinho.
    Abraço

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  2. O ponto é a unidade minima do desenho, mas é o ponto de partida para tudo. Vejamos: quem sabe fazer a dupla projecção ortogonal de um ponto, consegue representar tudooooo. Amigo estás no ponto!!!! vamos lá a abandonar a preguiça e fazer mais do que sentar!
    Um dia destes escrevo sobre outros pontos, o de pérola, o de fio, o de estrada e o de rebuçado....
    FORÇA e ÂNIMO! BJS e SJB

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