Navega à vontade que a Sanzala é segura, mesmo que te pareça lenta!
A Minha Sanzala
recomeça o futuro sem esquecer o passado

21 de novembro de 2017

estados de espírito ou de memória

A lua já está no céu, a caminho do quarto minguante ou já vai ser lua cheia. Perdi-me a olhar o céu. Vamos pô-la entre uma fase e outra que ela assim não se deve ofender.
O seu brilho no mar não é brilho brilhante, é uma mancha bonita de contemplar. 
Afinal de contas a vida segue, o bonito bonito manter-se-á na memória, a força manter-se-á forte na recordação e todo o momento será um momento, mesmo que alternemos a ordem deles. Ás vezes queremos apagar uma coisa ou outra mas nem o tempo é capaz disso. De qualquer forma a gente se lembra. Uma vezes com dor, outras com saudade. Nestas os olhos brilham nas outras também. Ambas brilham de causas diferentes. É como a lua e o mar. Nem sempre o seu brilho é igual. Hoje é um brilho triste, num qualquer amanh~ºa de lua nova será um brilho brilhante de lantejoulas prateadas reflectindo nas ondas.
Quantas vezes a cabeça trás à superfície o que o coração tenta deixar escondido da memória?
O que vale mesmo é que o zulmarinho se mantém ali a me acalmar os estados de espírito

Sanzalando

17 de novembro de 2017

a ver o zulinho

Me olha só esse mar. Zulinho que até parece brilha e o sol faz autoestrada a caminho de sul que quase apetece caminhar sobre ele.
Mas olha, dói saber que quando nos apetece aproximar, ele se revolta em onda gelada dum jeito aparentemente desajeitado.
Me olha nos olhos e respira esta maresia e verás o meu coração transparentizar-se. 
Não, não estou cansado de estar aqui a me levar nos ventos da imaginação e a voar por desejos porque a minha vida é montada por mim e minha cabeça, mantendo sempre um fio de esperança num concreto viver feliz.

Sanzalando

15 de novembro de 2017

a brisa quer ser vento e eu silêncio

Hoje a brisa parece quer ser vento. É normal as coisas crescerem, quererem ser maiores ou melhores. Mas ò brisa, deixa-te de coisas. Está aqui uma pessoa a querer levitar o pensamento para longes sonhados ou vividos por viver e tu a despentear e empurrar, desconcentrando este recolher obrigatoriamente interior.
Imagina-te, brisa, a dar a volta ao mundo, divertir-te, soprares forte em desertos e brandamente em areais de zulmarinho. Eras simpática.
Agora aqui, a quereres sentar-te no meu colo, tirar-me do lugar, desconcentrar, ferir-me a alma e retirares-me a calma, não é racional nem razoável. Vá lá. Sejas amorosa, brisa. Sopra só assim para eu saber que estás por aqui e me deixa ir vagabundar pensamentos para onde me apetecer num levitar de ideias sem vontade de voltar.
Ops... não te deixas enganar, brisa, e queres ser vento hoje? Queres ser tu quem decide a tua atitude? Desculpa me misturar no teu desejo. Hoje fico então aqui em silêncio.


Sanzalando

14 de novembro de 2017

vidas

Brisa ligeira me despenteia como carícia. Até me sabe bem. A maresia me perfuma o sonho como se precisasse de ser alindado ainda mais. Mas dá jeito. Ao fim e ao cabo a minha realização mental é a minha beleza e tudo o que realça a beleza é bem vinda. É a minha vida. Não tenho uma vida de sonho e uma de realidade, isto é, não tenho duas vidas. Só tenho uma e é esta que me permite adornar conforme faço, me apetece ou desejo. Não tenho duas vidas. Vida consciente e com sentido.

Sanzalando

ajudando eus

Percorro a praia como que passeando ao longo da vida, lentamente e sem pressas.Olho a paisagem como se ela fosse uma fotografia a decorar. Olhos os rostos de quem me cruzo para num mais tarde me lembrar. sigo no meu silêncio como se estivesse num diálogo com o zulmarinho. A vida é uma coisas tão simples para se viver complicando, por isso, nesta lentidão encontro soluções que sempre estiveram na minha mão, porque todas as soluções estão dentro de mim, como se eu fosse um depósito de soluções.
Percorro a praia tentando dar a mão a quem passa. Mas com o frio que está, já pouca gente passa e esses poucos estão carregados de pressa ensimesmados nos seus problemas que não têm tempo para olhar as mão que se lhes estendem.

Sanzalando

12 de novembro de 2017

meditação consciente

Faço meditação na areia que já foi molhada pelo zulmarinho na maré baixa e que agora está boa para confortavelmente eu deixar o meu corpo inerte enquanto vagabundo por aís. Não construi paredes ou muros à minha volta. Estou virado para o mar a meditar. Se por acaso, mero acaso, eu os tivesse construído, assim numa forma de redoma, não era para me isolar do mundo, era mesmo para ver quem é que se importava o suficiente para os destruir.
Enquanto isso medito. Embrulhado num casaco e numa toalha que a aragem fresca já não me deixa pensar que é verão vou soletrando palavras, vagarosamente para ver se não me engano entre gaivotas e gralhas.
Não me considerasse eu quase a perfeição, e neste estado meditativo eu diria que gostava de ser criança porque o meu coração ainda não havia conhecido tristeza e dor. Mas esta redoma, a minha consciência, sem parede e sem muros, me diz que eu estou a olhar o futuro com o o mesmo sorriso que sempre tive.


Sanzalando

11 de novembro de 2017

autobiografia que não fiz

Olho para lá longe de mim, para lá do mar, para lá do que a vista pode alcançar. Não deixo ninguém tirar a minha paz. É minha, está na minha mente sentir-me em paz. Tenho o poder de mandar em mim. (Acho eu, se ela não souber que eu o escrevi.)

Para e tirarem a minha paz é porque eu dei o poder a alguém para o fazer. A minha consciência não ia permitir uma coisa dessas. Eu não dou esse poder a ninguém. Eu não sou este momento. Sou muito mais que isso. Sou todos os momentos que vivi até ao momento agora, mesmo que demore um pouco mais a escrever do que a pensar. As forças exteriores, armas, palavras, olhares ou silêncios podem tentar entrar em mim, podem tentar derrubar a minha paz. Eu interpreto, analiso, mas não perco a minha paz. É que não sei se há Felicidade sem paz. Por isso... ninguém derruba a minha paz. Nem aqueles gajos chatos, me conseguem chatear. Mantenho minha paz porque a minha realidade consciente é o Eu que sou.


Sanzalando

10 de novembro de 2017

passeei na cidade

Olho o mar. O meu zulmarinho está sereno parece chão feito de céu. O marulhar é silêncio. A maresia é intensa. O pensamento é vago. Cheio de força porém saltita de lugar em lugar como se eu fosse um salalé, com a destreza duma gazela, com a beleza duma onça e a suavidade duma borboleta. Fui desde a Torre do Tombo até no forte de Santa Rita. Fui desde a marginal até na Junta Autónoma das Estradas. Cruzei a cidade cidade, vi cada casa e seu encanto, vi os sorrisos na janela de quem lá estava, assim como que por magia, embalei nos sonhos de criança, nos lugares sagrados da minha educação, nos pontos cardeais do meu crescer. Não tirei os olhos do mar para não acordar deste vagabundante pensamento.
Me cruzei com Maria Cachucha, Vi o Faria e o Zé das Baleias. Conversei com o lobo marinho e repensei carambolas no Magriços. Comprei ginguba no Camonano, banana na Laurinda e manga no Torres. Um copo de vinho ficou por beber no Manuel Padeiro, um fino na Minhota e um pastel de Nata na Oásis.
Continuei a olhar o mar que se mantinha sereno parecido com chá feito de céu.
Fui ao Eurico, passei no Impala. Vi o Horto e o parque infantil com o seu cavalinho de madeira a bumbar no para frente e para trás que parecia ia ter vida.
E o mar continua sereno como serena está a minha alma.

Sanzalando

8 de novembro de 2017

incoerência de mim

Longe do lugar onde ficou para sempre a minha placenta, onde a minha mãe gritou e gemeu para eu ter vida, eu vivo a minha vida. Umas vezes alegremente e outras triste. Umas vezes felizmente e outras porque sim. Opções. Foi a minha. É a minha num até quando me apetecer. 
Longe desse lugar mágico fui-me criando, ajudado por família e amigos, por amores e dissabores, por trabalho e vagabundagem, fui-me feito gente, tropeçando nos próprios pés, caindo em ratoeiras e bassulas da vida.
Longe desse lugar que tenho sempre presente na memória, que actualizo constantemente como se acompanhasse o progresso, limpo o pó e as teias de aranha como se nele sempre me mantenha, mantendo-me presente estando ausente por opção.
Longe desse lugar acontece-me saber, que por opção, vivo a magia da incoerência, minha própria incoerência, entenda-se, que se aparecesse neste momento um génio da lâmpada a me perguntar o que é que eu mais queria, qual o maior desejo da minha vida, eu não saberia responder uma vez que eu quero tanto tanta coisa. 


Sanzalando

7 de novembro de 2017

vagabundo de mim

Me sento no cimo da falésia e olho para lado nenhum. Disparo pensamentos direitinhos ao horizonte, que passam tangente no zulmarinho até se perderem de vista. Se eu ponho muita energia neles eles vão carregados de peso, de ansiedade e saudade e não vão nem chegar a meio do caminho que era suposto fazerem. Às vezes a gente se engana e põe dureza na força de vontade, num assim quase forçado e sai buraco de pensamento e não pensamento ele mesmo.
Tás a ver que é outono verão num só dia na mesma hora? Descomplicado. Casaco meia manga e calça curta ou calção comprido. Sandálias e meias. Tá feito. a falésia me segura. Os olhos me deixam viajar por ai soltamente. O pensamento me leva. As ideias vão ficando sem preocupação de falhar nem de me criticar por isso. Não me ataco nem me deixo atacar. Não me fecho na prisão do pensamento interiorizado. Eu vou só por aí, de pensamento em pensamento, vagabundando os meus desejos como se fossem os últimos.



Sanzalando

3 de novembro de 2017

cada dia

Passam os dias. Cada dia tem a mesma hora e até um relógio parado tem-na certa duas vezes ao dia. Uns dias faz que tem sol, outros há que chove. Todos os dias são lindos, mesmo os dias que são noite. Há noites brilhantes que nem dia e dias há escurecidos. Todos os dias são lindos. Porque interessa cada dia, à vez.


Sanzalando

30 de outubro de 2017

alma gémea

Nem verão nem outono. Assim assim. Que nem eu.

Olho o zulmarinho e pergunto se alma gémea é uma alma que se encaixa na perfeição. Procuro no Google e encontro várias definições. Descubro que é o que todo o mundo procura. O espelho de si. É mesmo a pessoa mais importante que se conhece. Mas viver com a alma gémea para sempre acho que não. Não me consigo aturar deste modo vezes dois.
Olho o zulmarinho e ele está bravo. É do tempo.


Sanzalando

28 de outubro de 2017

Final feliz de dia

Eu não tenho que encontrar nem dar explicações para o que sou ou o que faço. Sou assim nesta minha maneira de ser e de estar, sabendo que dou o máximo e só falho na hora em que é preciso milagre.
Sou filósofo, humorista, escritor, poeta, ou mesmo nada. Se calhar sou este nada mais que tudo.

Sou o que sou no meu melhor. Transporto-me na positividadee porque vivo positivo, alegre porque vivo na alegria e dentro do conhecimento.  
Se ouço música lembro-me sempre de qualquer coisa, se vejo uma foto lembro-me de outra. Não sei música e a memoria musical nao vai para alem do título do que ouço, porem em memória o mesmo não se passa ainda. Na questão da fotografia tiro muitas fotografias do meu caminho; não uso para bisbilhotar a vida alheia, mostro a minha.
Um dia, sim um dia, vou aprender a escrever para poder agradecer o que sou e os amigos que tenho 



Sanzalando

27 de outubro de 2017

Sabor a infância

Pôpilas que hoje está sol que ate veio pica-pica na praia. Hoje nao tem cota Bauleth para ensinar a nadar, ninguém que aguenta estar assim dentro de água.  Só se for mapundeiro que não ver perder oportunidade de mostrar o seu estilo de nadar e coçar ao mesmo tempo.
Começa o calor e é lhes ver passar as mulolas e rios e vir usar a nossa água do mar para fazer exercícios.  Usam e abusam da nossa jangada em mergulhos estilo chapa e ainda pensam que são reis desta terra. Lhes tou de olho em cima. 
Com este sol eu vou mesmo é  me sentar nas arcadas, olhar o zulmarinho, que não tem pica-pica no olhar só, e navegar por estorias que me contaram faz conta eram verdadeiras. O Travassos e o Rui Moutinhoeram os melhores jogadores da bola e da tanga também.  No hóquei tira os Chalupas e põe o Couto, Ascenso, Sampaio, Briguide, depois o Bonvalot, o Nicolau, Amadeu, Jorge Brás,  Duarte, Zito. Como é eu vou saber os nomes todos deles. O Veríssimo e o Edgar Teixeira e que têm de saber para fazer os relatos como é que é.  Eu só sei estorias de ouvir dizer. 
Vou me deitar e ouvir o Tic-Tac antes que os mosquitos me piquem. Afinal de contas ainda nao fiz anos para poder sair à noite.


Sanzalando

25 de outubro de 2017

Usar a memória e viver


Agarro no tablet, busco na memória a maresia e o marulhar, me embalo em sonhos e outros tantos desejos. Me lembrei da bicicleta sem travões comprada para ai  em 3a mão, nos passeios de mini-suzuky do meu amigo Tobé, nas corridas de carrinhos de rolamentos na tarde inteira no passeio polido da Rua dos Pescadores,  me lembro do Citroën boca de sapo, das mapundeiras que desciam da serra para receber iodo na praia das miragens e me baralhar os neurónios em eu descubrir de qual gostava mais, me lembrei de chegar ao Porto para ir estudar Medicina, para admiração  total da familia e amigos mais chegados, não conhcendo nem a terra nem quem lá morava.
Le lembrei que foi nesse dia, apenas nesse dia, que começou um outro capitulo na minha vida, se ela fosse um livro de ler. Assim mais ou menos 40 anos, na rua Álvares  Cabral que gente da banda me recebeu com carinho e conforto na cidade do Porto, onde iniciei o segundo capitulo da minha real vida.


Sanzalando

12 de outubro de 2017

divaguei no Outono

Me deixo embalar na música do outono. Troco pensamentos e sonhos por palavras simples. Não
complico a minha maneira de estar. Não triplico a minha dispersão no estar. Estou, de alma e coração onde quer que esteja. Simples e racional como as ondas do meu mar que um dia chamei de zulmarinho, com quem um dia fiz votos de ligação eterna e que um dia me deixou estar ligado como um cordão umbilical à terra da minha devoção. Ninguém me conhece para além da capa que me superficializa. Ninguém sabe os meus medos, segredos e outras ninharias perdidas em noites de insónia. Não, não deixo desfazer o meu mundo por outros mundos, por outras vidas ou por outros caminhos. Sou quem sou na razão de tudo o que já vivi e somei. O zulmarinho me liga, me limpa os olhos, a alma e o coração.
Tudo me liga ao simples como se o céu da boca fosse o céu de lá de cima e a planta dos pés a minha flor predilecta. 
Me deixei embalar no sol de Outono e soltei palavras ao vento que não sopra.


Sanzalando

11 de outubro de 2017

relembrando o mapa da cidade

Bem me quer ou mal me quer é verdade que a simetria da minha cidade me afeta. Esquadria quase perfeita que se perde na parte nova para lá do deserto dento onde as vivendas com desenho complexo se vão multiplicando devagar. Gente nova se distancia do centro idoso da cidade. Não sei é de propósito ou não. A meu ver é ideia que não é boa. Avenida do Bonfim, é paralela à Rua dos Pescadores que é paralela à das Hortas que por sua vez é paralela à da Fabrica e as transversais são perpendiculares a estas e paralelas entre sim. Simples que nem desenho geométrico ensinado pelo Professor Ezequiel e antes me ensinara o Professor Amaral e a Professora Estrela.
Assim desorganizada a cidade parece outras cidades de curvas longas que nem rectas encaracoladas sobre si.
Como é que eu vou dizer a um carcamano onde fica o sitio qualquer se não tiver a esquadria na cabeça?
Fico na cidade mais velha, mesmo na Rua dos Pescadores, assim quem vai saber onde eu moro?
Na torre do Tombo? No Bairro da Facada? No Forte de Santa Rita? No Bairro do Mucaba? Mesmo na minha rua, aquela que eu chamei de minha na posse plena do meu centro universal.


Sanzalando

10 de outubro de 2017

outonal pormenor

Está quente. Não chove nem cacimba. O sol não é o sol brilhante de verão. Mas é apenas um pormenor brilhante. É Outono, dizem os almanaques. É Outono diz o corpo e a mente. Mas aqui onde o zulmarinho termina está quente, como quente imagino deve estar lá onde ele começa. Um pouco menos, se calhar. Pormenor outro. 
Nas estórias de amor ou é Verão ou Primavera. Raramente Outono e ainda mais raro inverno. Porém, quem se apaixona por flores, no Outono das quatro estações, vai amar os troncos despidos? As flores de estufa? Ou o todo sonhando com a Primavera e o Verão que um dia voltará a chegar? Outro pormenor.
No outono não há aquelas conversas de rua até às tantas da madrugada. A lareira se acenderá, os corpos aquecidos se perdem em serões de silêncio olhando a caixa mágica que entretém na semi-escuridão. As conversas não são fluídas e as palavras parece se guardam para outras alturas. Um ligeiro pormenor silencioso.
É outono, mesmo que por aqui esteja quente que nem Verão. Um outonal pormenor.



Sanzalando

4 de outubro de 2017

quente outono da minha estória

Nem parece saímos do Verão. Tem dias que nem em Verão era assim. Dou comigo a navegar por palavras, sonhos, ideias ou pensamentos. Vagabundo-me lentamente para não sai da mornice e entrar no ferver ansioso. Vou só por ali, por aí ou por aqui. Despolidamente saltitando sem rumo aparente.
Afinal de contas existe uma ligação no que me parece e no que é o eu verdadeiro. Falo de mim, é claro. Conto a minha estória. Sempre. Todas as vezes que falo de mim, que penso de mim, que vagabundeio-me por aqui, ali ou aí. Afinal de contas, repetido, é essa estória que me converte no que sou. 
Com este calor de outono concluo que me construo a partir da minha própria estória


Sanzalando

1 de outubro de 2017

doce outono

Sopra fresco. Um pouco mais do que eu desejava. Os teus braços se entrelaçam e se encaixam docemente no meu corpo. Nossos corpos nus ocupam o mesmo lugar. A fragrância que paira no ar é doce amor. A luz que ilumina a escura noite nublada é o nosso luminoso amor. 
Esta terra fria, mais do que eu desejava, é o lugar que eu queria habitar porque nela está a tua alma, o teu corpo, o teu perfume, a tua tranquilidade.
Como é doce o outono


Sanzalando


WebJCP | Abril 2007