Olho para o azul do zulmarinho. Olho como se estivesse a olhar duma janela. Vejo imagens e sempre soube que as imagens valem por mil palavras. Cor, estética, gente, vazio, distância temporal. Me adormecem todas as outras dores, todos os outros sentidos. Hipnotizado, o pensamento não flúi, assim como a energia em mim. Olho por esta janela virtual e vejo-te lá, do outro lado da linha recta que é curva, cheia de cor, esteticamente bela numa vazio que nos separa no tempo e no modo, que nos une no gostar sem palavras.
Sinto que está na hora de parar, antes de me transformar num autómato, antes de querer o que todo o mundo quer, antes de pensar igual a todos.
Olho-te fixamente daqui. Vejo-te e quase diria que te sinto, não fossem estar paralisados todos os outros órgãos dos sentidos. Apetece-me andar para ti, abalroar-te de corpo e alma, esquecer físicos, formas e conteúdos.
Dói-me a cabeça e não é de pensar mas sim de preocupar-me porque só tu me interessas, só te quero voltar a ver e sentir no sentido palpável da minha existência.
Ai, se alguém me perguntasse onde eu queria estar:…
Sinto que está na hora de parar, antes de me transformar num autómato, antes de querer o que todo o mundo quer, antes de pensar igual a todos.
Olho-te fixamente daqui. Vejo-te e quase diria que te sinto, não fossem estar paralisados todos os outros órgãos dos sentidos. Apetece-me andar para ti, abalroar-te de corpo e alma, esquecer físicos, formas e conteúdos.
Dói-me a cabeça e não é de pensar mas sim de preocupar-me porque só tu me interessas, só te quero voltar a ver e sentir no sentido palpável da minha existência.
Ai, se alguém me perguntasse onde eu queria estar:…
Sanzalando
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