Vamos hoje em passo lento por este final de zulmarinho que eu hoje me sinto criatura que se dissolve, se perde fervendo como fervem os sais de fruto. Ainda não aprendi a lidar com isto e nem aos poucos eu aprenderei, porque para sempre eu terei o vigor da adolescência, a inocência da infância e o riso de ser criança.
Mas um dia vou aprender, como aliás fiz com tudo o resto.
Já fiz as pazes com os meus defeitos e hoje os trago a passear para lhe descobrir o mundo, fazendo sempre muito barulho. Mas tento também trazer sempre o que tenho de bom na outra mão, num cortejo desigual, onde cada lado luta para gritar mais alto.
Nunca fui de ter um rumo traçado no previamente, vou dobrando as esquinas sem bússula como quem dobra um pedaço de papel para passar o tempo.
Muitas vezes, sem norte mesmo. Surpresa a cada passo.
Vamos caminhar devagar divagando em vagadundas ideias.
Sanzalando
para que serve uma ministra do Mar?
Há 30 minutos
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