Vamos daí. Andar faz bem nas coronárias, femurais e outras artérias que tais, dessas que nos passam o tempo a dizer que temos de ter cuidado com o que comemos e bebemos, que devemos e não devemos fazer. Vamos fazer bem no corpo e deixar as palavras se soltarem para fazer também uma massagem no cérebro.
Tu sabes que eu já te devo ter dito, por estas ou outras palavras, que a queda é livre e a subida é árdua. Subir na ladeira, subir na montanha. Subir é sempre uma canseira que até custa subir na vida, que ela às vezes parece é aquele touro de feira que foi feito só para derrubar a gente e mais a nossa mania de valentão.
Ao falar assim me lembrei das lembranças do que a gente fez com desnecessidade, as palavras ditas de forma envenenada que podem destruir assim num instante tudo o quanto a gente demorou que nem uma eternidade para construir, daqueles minutos loucos que a gente vive de vez em quando, quando a gente quer atacar alguém num esbracejar de que parece quer partir este e o outro mundo. Ao dizer-te estas coisas assim me fez ver as coisas perdidas por uma casmurrice, que uns dizem é orgulho, outros falam é vaidade, outros mais simpáticos dizem é auto-estima e outros ainda falam é pragmatismo. Ao te falar assim me lembro das formas e atitudes que me fizeram dar nas vistas, ser olhado e falado, ao mesmo tempo que me deixaram solitário, emmimesmado e cambaleante.
É por isso que no dia de hoje eu não te vou falar nem mais nada e me deixar escorregar pelas memórias das coisas que deixaram em cinzento o céu agora azul, esse zulmarinho barrento que agora é assim um mar de lágrimas choradas no mesmo tempo que é o elo que me liga.Vamos só caminhar para os desentupimentos das coronárias e deixar que o vento voe sobre os neurónios sobreaquecidos.
Tu sabes que eu já te devo ter dito, por estas ou outras palavras, que a queda é livre e a subida é árdua. Subir na ladeira, subir na montanha. Subir é sempre uma canseira que até custa subir na vida, que ela às vezes parece é aquele touro de feira que foi feito só para derrubar a gente e mais a nossa mania de valentão.
Ao falar assim me lembrei das lembranças do que a gente fez com desnecessidade, as palavras ditas de forma envenenada que podem destruir assim num instante tudo o quanto a gente demorou que nem uma eternidade para construir, daqueles minutos loucos que a gente vive de vez em quando, quando a gente quer atacar alguém num esbracejar de que parece quer partir este e o outro mundo. Ao dizer-te estas coisas assim me fez ver as coisas perdidas por uma casmurrice, que uns dizem é orgulho, outros falam é vaidade, outros mais simpáticos dizem é auto-estima e outros ainda falam é pragmatismo. Ao te falar assim me lembro das formas e atitudes que me fizeram dar nas vistas, ser olhado e falado, ao mesmo tempo que me deixaram solitário, emmimesmado e cambaleante.
É por isso que no dia de hoje eu não te vou falar nem mais nada e me deixar escorregar pelas memórias das coisas que deixaram em cinzento o céu agora azul, esse zulmarinho barrento que agora é assim um mar de lágrimas choradas no mesmo tempo que é o elo que me liga.Vamos só caminhar para os desentupimentos das coronárias e deixar que o vento voe sobre os neurónios sobreaquecidos.
Sanzalando
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