Anda, vamos caminhar pelos caminhos da consciência, pela razão que manipula as situações e te sentirás segura nos passos que dás, porque o terreno tem a sua lógica e te parece entendível. Todas as tuas perguntas e respostas estão dentro do paradigma do conhecimento.
Se caminhas comigo nos terrenos da inconsciência, da decisão repentina e impulsiva, é a tua intenção que manipula a acção, intenção oculta num lugar desconhecido da razão.
Talvez seja mesmo melhor caminharmos na beira do zulmarinho, transparecendo no corpo a queimadura de sois passados trazidos pela brisa que nos trás as imagens, as recordações desde o início dele. Aqui, neste caminhar, sem consciência e muito menos inconsciência, encontras o sorriso inocente dos teus silêncios desde quando eras ainda criança.
Às vezes apetece ser inconsciente. Às vezes apetece amar sem mesmo saber porquê.
Sanzalando
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